De volta para o futuro onde o usuário está no comando

RETOME O CONTROLE DO SEU WORKLOAD

Em 1982 o filme TRON mostrava de forma inédita o uso de computação gráfica, uma aplicação inédita com um novo workload que veio a revolucionar a indústria do cinema.

O filme era uma ficção na qual o mundo dos computadores era dominado pelo programa MCP e os usuários eram apenas um mito quase esquecido.

Não estamos muito distantes disso, a indústria de software define hoje o que você vai comprar, o que os fabricantes de hardware podem produzir e o quanto você vai pagar.

Você não está mais no controle.

ESCOLHA SEU SERVIDOR BASEADO EM SEU WORKLOAD

Os clientes caíram na armadilha dos fabricantes de software, isso ocorreu a anos atrás.

Tradicionalmente a industria de hardware sempre foi a joia da coroa dos Data-centers e sempre houve grande oferta de produtos e alta competitividade na indústria pela oferta do melhor produto pelo melhor preço. O hardware não era barato, mas, a cada ano o ciclo de evolução tecnológica dobrava a sua capacidade de reduzia seu custo em escala aritmética

Em muito poucos anos a industria deixou para trás uma oferta baseada apenas em Mainframes proprietários, passou pelos minicomputadores (que tiveram vida curta) e através dos equipamentos microprocessados ampliou a oferta de fabricantes, produtos e tecnologias  que permitiram aos sistemas escalaram de soluções de mesa para sistemas que tinha o poder de mainframes mas podiam ser usados por qualquer porte de empresa.

Este ciclo não era dominado pelos fabricantes e sim pelos clientes. Eram as demandas dos cliente, seus workload e sua capacidade de compra que definia os rumos da indústria, que freneticamente buscava a inovação contínua. As aplicações demandavam o projeto dos equipamentos e os servidores eram feitos para atender aos diversos tipos de workloads de aplicação, isso criou uma indústria de especialistas.

Os custos pareciam altos, mas, não eram de fato, eles se ajustavam a cada tamanho de empresa e reduziam a cada ano e, a cada ciclo de vida dos equipamentos, os patamares de investimento e principalmente o custo fixo das operações reduzia.

Foi um período onde os clientes, baseados em workload podiam escolher entre sistemas NUMA com vários processadores (crescimento vertical) ou um projeto horizontal com muitos servidores com poucos processadores. Foi um período que haviam muitos processadores, varios CISC, vários RISCs e de projetos de soluções mais adequados para cada tipo de workload.

PORQUE A ESCOLHA BASEADA EM WORKLOAD É IMPORTANTE?

A O2 como integradora de sistemas, tem um portfólio que oferece cobertura para todas as necessidades dos data center das empresas.

Nossa oferta é baseada em serviço profissional consultivo que analisa o workload do cliente através de suas aplicações e pode indicar a melhor solução através de critérios de custo total, preço x performance ou custo de propriedade.

É claro que podemos oferecer apenas o que os clientes querem comprar, mas, caso você queira sair do lugar comum e buscar a melhor solução para o seu workload, nós podemos suportar sua empresa nessa busca e oferecer o produto mais adequado para os critérios que você definir.

O SOFTWARE SEMPRE AUMENTA O OPEX

Mas essa espiral de evolução foi quebrada pelos fabricantes de software independentes do hardware. A partir da virtualização essa industria que sempre corria atrás da industria de hardware, soltou o seu “canto de sereia” que capturou os clientes e aprisionou a indústria da inovação. Claro que houve uma convergência de alguns fatores mas o resultado é o que temos hoje: A oferta de hardware se resume a pequenos servidores com 2 processadores com restrição na quantidade de cores. Nem a oferta de processadores por máquina aumenta e nem a quantidade de core aumenta, tudo isso devido a industria de software ajustar anualmente o seu licenciamento para capturar a evolução da capacidade dos equipamentos.

É impossível para a indústria inovar porque qualquer inovação será penalizada pela indústria de software. A industria de software restringe o tamanho e a potência do hardware.

Em termos práticos, os cliente trocaram a indústria de hardware que a cada ano oferecia mais capacidade por menor custo e oferecia equipamentos otimizados para as aplicações, pela industria de software que padronizou o hardware de menor qualidade e mais ineficiente que era disponível. Coletivização forçada, tudo ficou igual e nivelado por baixo. Os softwares evoluem muito devagar, baixo investimento em inovação, as mesmas funcionalidades todo o ano, além de estabeleceram um custo fixo que nunca é reduzido. O custo de licenciamento jamais pode ser reduzido, qualquer otimização do hardware é imediatamente compensado pela industria de software.

Reduza o custo de licenciamento de software com processadores mais eficientes e performáticos que os processadores x86 (intel, AMD)

 

Menos cores para processar a mesma coisa

O HARDWARE NÃO PODE SER MAIS EFICIENTE DEVIDO AO LICENCIAMENTO DE SOFTWARE

As empresas trocaram hardware que era chamado de proprietário por software proprietário. Mas o hardware ganhava eficiência todo ano. A industria do software prometeu uma revolução ao horizontalizar a arquitetura e incentivar o uso de servidores pequenos e baratos. Contudo o que ela entregou foi um OPEX estavelmente crescente, o seu custo anual com software nunca vai cair, qualquer movimento para melhorar a eficiência do hardware é penalizado com a mudança no licenciamento de software. Os usuários estão presos ao uso de hardware ineficiente e caro que beneficia o aumento do custo de licenciamento.

O MITO DO HARDWARE PADRONIZADO E MAIS BARATO

Servidores x86 já deixaram de ser baratos faz tempo. não se reduz preço em monopólios, isso é uma teoria econômica básica.

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